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	<title>Financeiro | Rufus Lemure</title>
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	<description>Controle Empresarial</description>
	<lastBuildDate>Tue, 09 Dec 2025 20:29:36 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Financeiro | Rufus Lemure</title>
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	<item>
		<title>Integração Smart POS a NF-e/NFC-e</title>
		<link>https://rufuslemure.com.br/integracao-smart-pos-a-nf-e-nfc-e/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[dapasoftbr]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 20:31:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Faturamento]]></category>
		<category><![CDATA[Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Integração]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rufus Lemure ERP agora conta com integração a Smart POS, a máquina de cartão de crédito. Pelas regras e orientações da SEFAZ-RS, apenas em NFC-e é necessário haver integração com a máquina do sistema de pagamento sem digitação manual dos códigos (precisa ser lido pelo sistema direto da máquina), o sistema deve incluir no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rufus Lemure ERP agora conta com integração a Smart POS, a máquina de cartão de crédito.</p>
<p>Pelas regras e orientações da SEFAZ-RS, apenas em NFC-e é necessário haver integração com a máquina do sistema de pagamento sem digitação manual dos códigos (precisa ser lido pelo sistema direto da máquina), o sistema deve incluir no XML códigos de autorização que permitam rastrear a operação de pagamento, e a impressão dos comprovantes de pagamento e do DANFE precisam ser feitas na mesma impressora. Essa integração pode ser usada em outros estados, mas há exigências diversas de um estado para o outro, verifique as obrigações com seu contador.</p>
<p>Isso permite iniciar ação de pagamento pelo sistema, no cadastro da Nota Fiscal, e depois incluir os códigos de autorização no xml da NF e os comprovantes de pagamento no final da impressão da NFC-e.</p>
<p>A integração é licenciada separadamente e necessita ser ativada na Licença da Empresa.</p>
<p>No momento o sistema Lemure suporta integração com a máquina VERO/Banrisul.</p>
<h2>Configurar VERO</h2>
<p>Primeiro prepare a sua máquina VERO:</p>
<ol>
<li>Na máquina POS, ache a Vero Store.</li>
<li>Dentro da Vero Store, localize o app &#8220;Cliente PDV&#8221; da VERO, e instale.</li>
<li>Ao abrir o Cliente PDV pela primeira vez, ele vai gerar um Token PDV, este código identifica a sua máquina na rede VERO.</li>
</ol>
<ul>
<li>Se você precisar ver o Token PDV novamente, basta clicar na setinha à esquerda para &#8220;sair&#8221;, será exibida uma pergunta.</li>
</ul>
<p>No Lemure, vá em Configurações, Opções Gerais, aba Integração, ache o quadro &#8220;Smart POS &#8211; Máquina de Cartão&#8221; e preencha o Token VERO, é o mesmo Token da máquina POS.</p>
<ol>
<li>Se o quadro não aparecer, é necessário ativar o módulo na licença, solicite ao suporte da Dapa a ativação.</li>
<li>Depois de confirmado, sincronize a licença no menu Ajuda, Sobre, Ações, Sincronizar a Licença.</li>
<li>Abra o sistema novamente, e nas Opções Gerais, complete a configuração do Token VERO no Lemure.</li>
<li>Clique em OK para confirmar.</li>
</ol>
<p>Feito isso, é preciso vincular o Cliente PDV da máquina ao app do Rufus Lemure ERP:</p>
<ol>
<li>Abra novamente a tela de Configurações, Opções Gerais, vá no menu Ações.</li>
<li>Clique no menu &#8220;Vincular cliente PDV da máquina de cartão VERO&#8221;.</li>
</ol>
<p>Pronto, sua máquina Smart POS da VERO está pronta e vinculada ao sistema. Neste momento o Lemure está projetado para utilizar uma Máquina Smart POS por CNPJ, que é o caso normal de nossos clientes. Caso seja necessário podemos expandir esse suporte para haver mais de uma máquina.</p>
<h2>Fazendo um Pagamento</h2>
<p>Você preenche a Nota Fiscal normalmente no sistema, e é necessário estar com a opção &#8220;Nota Fiscal com Fatura&#8221; marcada. No escopo do Lemure, isso significa que esta NF terá pagamentos.</p>
<p>Na aba &#8220;Fatura&#8221; você tem o quadro &#8220;Meios de Pgto da NF&#8221;, ali você pode informar até 3 modos de pagamento. Eles são independentes dos vencimentos da NF, e o sistema fará o ajuste do XML para saber o que pode ser lançado em NF-e/NFC-e e manter isso separado do seu controle operacional. Ou seja, provavelmente você informará mais detalhes no cadastro do que irá para o XML.</p>
<ul>
<li>Selecione o modo de pagamento e o valor.</li>
<li>É possível, por exemplo, informar metade do valor da NF em PIX, a outra metade em cartão de crédito.</li>
<li>Se você indicar um modo de pagamento o sistema irá levar isso para a lista do Cliente PDV, travando o modo para finalizar o pagamento na máquina do cartão.</li>
<li>Caso deseje deixar para escolher na máquina, informe 99 &#8211; Outros, isso fará que ao final do pagamento, o sistema sincronize o modo efetivado com o cadastro.</li>
<li>O sistema aceita até 3 modos pagamentos por venda, e separadamente uma opção de &#8220;entrada&#8221;. O caso normal é usar apenas o pagamento 1.</li>
<li>Será controlado que o somatório dos meios de pagamento seja igual ao valor da fatura.</li>
</ul>
<p>Acerte os detalhes e grave, e então, antes de transmitir, é preciso fazer a operação de pagamento. O sistema precisa pegar os códigos de autorização da operação de pagamento concluída, para incluir no xml da NF, caso contrário haverá recusa para os meios crédito, débito e PIX dinâmico.</p>
<ol>
<li>No botão de Ações da NF gravada e não transmitida, aparece o menu VERO. Selecione, por exemplo, &#8220;Pagar Pgto 1 com VERO&#8221;. Isso coloca a solicitação de pagamento na fila do PDV.</li>
<li>Vá na máquina VERO e abra o Cliente PDV, essa operação vai aparecer como disponível, você vai reconhecer pelos detalhes e pelo número da NF. Clique nessa operação.</li>
<li>Faça o pagamento conforme solicitado na tela, o sistema irá desligar a impressão automática dos comprovantes.</li>
<li>Ao final, aparece a tela de resumo para imprimir ou concluir, apenas <span style="text-decoration: underline;">conclua sem imprimir</span>. Pelas regras da SEFAZ-RS não pode ser impresso o comprovante em equipamento diverso do DANFE.</li>
<li>Volte no sistema e clique OK na mensagem. Caso você já tenha clicado OK na mensagem e tenha voltado ao cadastro, antes de concluir a tarefa, vá em Ações, VERO, e no exemplo em &#8220;Consultar Pagamento 1&#8221;, isso fará o sistema baixar os detalhes e sincronizar.</li>
</ol>
<p>Pronto! Está pronta a venda vinculada. Agora será preciso concluir a Nota Fiscal:</p>
<ul>
<li>No menu Ações, VERO, aparecem os pagamentos desta NF como &#8220;pagos&#8221; e a opção de exibir detalhes.</li>
<li>Caso seja necessário, é possível cancelar o pagamento a partir destes mesmos menus, haverá a opção de Cancelar a operação.</li>
<li>Em outros casos é preciso cancelar ou estornar direto na máquina VERO e depois usar Ações, VERO para consultar o estado e liberar para fazer um novo pagamento.</li>
</ul>
<ol>
<li>Após tudo pago, transmita a Nota Fiscal, será liberado para imprimir o DANFE normalmente.</li>
<li>No caso de NFC-e, ao final do leiaute do DANFE será impressa automaticamente a VIA do CLIENTE e a VIA da LOJA dos pagamentos feitos na máquina VERO.</li>
</ol>
<p>Normalmente, o sistema inclui no XML o código do tipo de pagamento feito, por exemplo 17 para PIX dinâmico, e a tag cAut possui o código de autorização do PIX dinâmico ou para o caso de cartão ou outras operações o código de autorização ou o NSU, conforme cada caso.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária</title>
		<link>https://rufuslemure.com.br/reforma-tributaria-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[dapasoftbr]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 20:38:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compras]]></category>
		<category><![CDATA[Faturamento]]></category>
		<category><![CDATA[Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Está em curso de desde 2025 a implantação da Reforma Tributária, que inclui impostos novos, novos códigos tributários e novas tags nos documentos fiscais. No Rufus Lemure ERP, procuramos manter a mesma lógica familiar aos nossos usuários, para reduzir o impacto operacional. Dessa forma, foram incluídos os campos de IBS/CBS nos cadastros onde o sistema [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está em curso de desde 2025 a implantação da Reforma Tributária, que inclui impostos novos, novos códigos tributários e novas tags nos documentos fiscais.</p>
<p>No Rufus Lemure ERP, procuramos manter a mesma lógica familiar aos nossos usuários, para reduzir o impacto operacional. Dessa forma, foram incluídos os campos de IBS/CBS nos cadastros onde o sistema já busca a tributação do ICMS. Ou seja, se você já usava a CFOP, ou a Regra Tributária, ou o cadastro dos impostos direto no Produto/Serviço, pode seguir fazendo o mesmo, apenas terá uma aba com dados adicionais. Também foram incluídos dados adicionais nas NFs e nos relatórios, e mais melhorias para conveniência ainda serão feitas.</p>
<p>Os impostos criados pela Reforma Tributária são:</p>
<ul>
<li><strong>IBS</strong>: Imposto sobre Bens e Serviços, tem uma alíquota para a UF e outra para o Município.</li>
<li><strong>CBS</strong>: contribuição sobre Bens e Serviços, tem uma única alíquota federal.</li>
<li><strong>Imposto Seletivo</strong>: normalmente aplicável a itens que devem ser desestimulados, como os que fazem mal à saúde ou ao meio-ambiente.</li>
</ul>
<p>Conceitos:</p>
<ul>
<li>IBS: possuem dois campos de enquadramento da operação: CST e ClassTrib, ambos devem ser informados sempre. Como havia na tributação antiga, têm valor de base de cálculo e alíquota, mas a base não varia (não há redução de base de cálculo), isso foi substituído pelo conceito de &#8220;redutor de alíquota&#8221;. A informação que vai para as tags do DF-e pode ser: valor de base, alíquota, redutor de alíquota, alíquota efetiva (a que foi aplicada após a redução, se houver), valor do imposto. Tudo separado pelo devido à UF e ao Município.</li>
<li>CBS: mesmo CST/ClassTrib do IBS e mantém a mesma lógica do IBS, em tag separada para o devido ao Governo Federal.</li>
<li>Imposto Seletivo: tem menos dados, usa CST e ClassTrib adicional (campo separado), e é usado apenas em situações especiais, a maioria de nossos clientes não usará esta tag.</li>
<li>Regime Regular: é um conjunto de tags que em alguns tipos de benefícios, como redução de alíquota ou suspensões, deve informar como a tributação deveria ter sido. Por exemplo, quando faz operações com a Zona Franca de Manaus. O imposto pode sair zerado ou reduzido, e deve ser informado o resumo do regime regular que deixou de ser usado.</li>
<li>Tributação monofásica: regime especial com cobrança única na cadeia produtiva, normalmente usado em itens especiais e de alto volume, como combustíveis. Neste momento não faz parte do escopo do Lemure.</li>
</ul>
<p>O Manual Operacional para configuração da Reforma Tributária do Rufus Lemure ERP já está disponível.</p>
<p><a href="https://rufuslemure.com.br/wp-content/uploads/Reforma-Tributaria.pdf">Manual Reforma Tributária Lemure ERP</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Boleto Híbrido</title>
		<link>https://rufuslemure.com.br/boleto-hibrido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[dapasoftbr]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 18:19:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Integração]]></category>
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					<description><![CDATA[Boleto Híbrido é um formato especial de Boleto Bancário de Cobrança, que contém tanto o Código de Barras e a Linha Digitável, quando o QrCode do PIX. Dessa forma, este tipo de documento pode ser pago de qualquer uma dessas duas formas. O boleto híbrido tem dois registros junto ao banco: O registro convencional, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Boleto Híbrido é um formato especial de Boleto Bancário de Cobrança, que contém tanto o Código de Barras e a Linha Digitável, quando o QrCode do PIX. Dessa forma, este tipo de documento pode ser pago de qualquer uma dessas duas formas.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O boleto híbrido tem dois registros junto ao banco:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O registro convencional, que mantém o título e que é baixado diretamente em caso de pagamento pela linha digitável ou código de barras.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O registro PIX, que é baixado quando o boleto é pago via QrCode do boleto.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">O fluxo via troca de arquivos CNAB é o seguinte:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A empresa gera o arquivo de remessa, dependendo do leiaute usado não há alterações na remessa entre o boleto híbrido e o normal, pois o banco associa as configurações da conta junto ao banco. Alguns bancos exigem dados na remessa.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O banco processa a remessa:</span>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Registra o título convencional &#8211; código de barras/linha digitável.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Registra um PIX dinâmico &#8211; gera uma chave PIX somente para o boleto.</span></li>
</ol>
</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O banco devolve o arquivo de retorno contendo a chave PIX e o TXID para composição do QrCode.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A empresa carrega o arquivo de retorno.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A empresa geral o PDF com o QrCode embutido, usando a informação retornada pelo banco.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Para compreensão, a baixa do boleto é feita da seguinte forma:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Se o cliente paga pelo código de barras, é dado baixo no fluxo normal do boleto convencional. O banco em seguida dá baixa no PIX vinculado ao boleto.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Se o cliente paga pelo QrCode do PIX, o banco dá baixa no PIX, então localiza o boleto vinculado e dá baixa no boleto.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O arquivo de retorno devolve que foi pago, e nos detalhes o modo de pagamento.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Então na prática para o banco cada cobrança tem dois documentos vinculados: boleto convencional + PIX dinâmico, ambos representados no mesmo leiaute de boleto híbrido, e a baixa de um baixa o outro.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, no Lemure:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O boleto híbrido precisa ser HOMOLOGADO junto ao banco emissor, conforme as configurações da conta do cliente.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Se a empresa tentar gerar o PDF do boleto antes de ler o retorno, será gerado SEM QRCODE.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">É recomendado que a empresa solicite à sua agência que configure sua conta para múltiplos retornos. Isso habilita, em alguns bancos, 3 retornos por dia, ou um retorno em até 1 hora a cada remessa enviada. O comportamento normal é o banco devolver os retornos do dia anterior apenas no começo do dia.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O arquivo de retorno, gerado após o pagamento, devolve a Baixa do título normalmente, e nos detalhes a ocorrência se foi pago via PIX ou via código de barras.</span></li>
</ul>
<h1><span style="font-weight: 400;">Configurações</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Primeiro ative a opção Incluir dados PIX nos boletos, em Configurações, Opções Gerais, aba Cadastros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois ative na carteira que tiver sido homologada junto ao banco para boleto híbrido.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O processo de homologação consiste em configurar a carteira no sistema, gerar uma amostra de 1 a 10 boletos PDF + arquivo de remessa, e enviar ao setor responsável do banco, para validação dos dados.</span></li>
<li aria-level="1">A ativação deste módulo requer assinatura do módulo de integração bancária.</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Na carteira, marque a opção &#8220;Boleto Híbrido com Qrcode do PIX&#8221;, na primeira aba.</span></p>
<h1><span style="font-weight: 400;">Geração do Boleto Híbrido</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">As opções para visualizar, gerar o PDF, imprimir são iguais ao boleto normal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No cadastro de Títulos Emitidos, na aba Cobrança, agora existe o campo Chave PIX, que será preenchido apenas pelo arquivo de retorno do banco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na tela de Remessa de Títulos, no final tem uma coluna nova &#8220;Tem Chave PIX&#8221; para ficar fácil de saber quais títulos estão ok para serem enviados como híbrido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na tela de Retorno de Títulos, no final tem uma coluna nova &#8220;Chave PIX TXID&#8221;, onde exibe o valor retornado pelo banco no registro do título. Quando clicar em Atualizar nesta tela, o sistema grava essa informação no campo Chave PIX.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se houver Chave PIX, o PDF do boleto é exibido com QrCode, se faltar a Chave PIX o boleto é exibido normalmente sem o QrCode.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A informação Pix copia e cola é colocada no boleto para permitir que o cliente copie e cole no programa do banco, em situações onde não consegue ler o QrCode.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, se ele tem o PDF no celular e tenta pagar pelo mesmo celular.</span></li>
</ul>
<p>Até o momento (2025) o PIX do boleto híbrido aceita somente pagamento até o vencimento, ou até um dia antes do vencimento, dependendo do banco. Após isso será possível pagar apenas pelo código de barras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aviso de Vencimento e PIX</title>
		<link>https://rufuslemure.com.br/aviso-de-vencimento-e-pix/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[dapasoftbr]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 18:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Integração]]></category>
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					<description><![CDATA[O PIX é um meio de pagamento rápido e prático, e foi desenvolvido pelo Banco Central com dois modelos: estático e dinâmico. O PIX Estático usa um código fixo que permite reaproveitar o mesmo QrCode para vários pagamentos, mas também pode incluir detalhes como um ID de referência no sistema da empresa ou o nome [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PIX é um meio de pagamento rápido e prático, e foi desenvolvido pelo Banco Central com dois modelos: estático e dinâmico.</p>
<p>O PIX Estático usa um código fixo que permite reaproveitar o mesmo QrCode para vários pagamentos, mas também pode incluir detalhes como um ID de referência no sistema da empresa ou o nome do cliente em forma de observações. É este que se pode perceber em placas nas lojas, e fixo em vitrines em alguns locais &#8211; ele é off-line e contém todas as informações no próprio código.</p>
<p>O PIX Dinâmico é o que foi integrado aos boletos, e necessita de um banco ou financeira para registrar. Existem formas de usar o dinâmico com API de terceiros, sem nem usar integração de boletos, mas vai ficando mais complicado, e não faz parte do escopo do nosso sistema. Na realidade o dinâmico mantém dados adicionais e é registrado como uma conta em aberto no sistema bancário. No caso do boleto, quando é baixado, ele recebe um PIX normalmente, relaciona a informação do ID com o ID do título gerado e dá baixa pelo modo convencional, o retorno volta no arquivo de retorno bancário normal também, no dia seguinte.</p>
<p>A vantagem real da empresa em usar o PIX Dinâmico é por receber o valor na hora, pois o restante do procedimento é semelhante ao do boleto bancário. Inclusive o ato de o cliente ler um código e pagar no seu app bancário é idêntico, muda apenas se será um BARCODE ou um QRCODE. Já o PIX Estático realmente cria uma miríade de soluções possíveis e fáceis para diversas situações.</p>
<p>No nosso sistema fica assim:</p>
<ul>
<li>PIX estático, está vinculado ao leiaute do Aviso de Vencimento, a chave do PIX será sempre o CNPJ e associado à licença ativa, dessa forma não pode ser mudado pelo usuário, e prevenimos fraudes do tipo &#8220;usuário na empresa mal intencionado alteraria a chave do PIX e ficaria uma semana recebendo contas da empresa na sua conta pessoal até alguém notar&#8221;, por exemplo. Basta ativar conforme abaixo, e no leiaute será incluso automaticamente. Ele identifica o pagamento por um ID composto pelo número do título, dessa forma evita que o cliente pague duas vezes sem querer (o PIX está configurado no QrCode para inibir pagamento duplicado pelo mesmo ID para o mesmo cliente).
<ul>
<li>Como não gera arquivos de retorno, se usar este meio será preciso que o usuário do financeiro pegue o extrato bancário e verifique os pagamentos em PIX e depois faça baixa manual no sistema.</li>
<li><b>Um bom uso </b>para isso é no varejo, onde o usuário do caixa pode gerar a NF, gera automaticamente o título, vai no título, abre o leiaute para visualização e mostra a tela para o cliente pagar no PIX, e o usuário já registra em seguida o pagamento manual, dando baixa no título. Fica aderente facilmente ao processo já usado no caixa da maioria das lojas menores.</li>
</ul>
</li>
<li>PIX dinâmico, está vinculado ao boleto, é preciso desenvolver a integração de um novo leiaute, por exemplo, existe o CNAB400 convencional e existe agora o CNAB400 híbrido, o qual adiciona segmentos e detalhes, e o boleto PDF tem um outro leiaute para incluir o QrCode e as mensagens adicionais, e também necessita de uma nova homologação junto ao banco. Para alguns bancos temos o leiaute desenvolvido e fazemos apenas a homologação junto à conta do cliente, para outros precisamos desenvolver a integração primeiro. Consulte nosso suporte para saber mais.</li>
</ul>
<h3>Configurando o Aviso de Vencimento com PIX</h3>
<p>Para configurar o QrCode do PIX, abra Configurações, Configurações Gerais, vá na aba Cadastros e localize a opção &#8220;Permitir incluir dados do PIX para depósito no Aviso de Vencimento (chave pix será o CNPJ)&#8221;. Marque esta opção e clique em Ok.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-615" src="https://rufuslemure.com.br/wp-content/uploads/aviso-de-vcto-config-pix.png" alt="" width="801" height="527" /></p>
<p>Ao abrir a visualização ou impressão de um título na pasta Financeiro, Emissão de Títulos, será inclusa uma opção para incluir o PIX na parte de opções da tela de seleção &#8220;Incluir dados do PIX para depósito (somente aviso de vcto)&#8221;.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-616 aligncenter" src="https://rufuslemure.com.br/wp-content/uploads/aviso-de-vcto-impressao-pix.png" alt="" width="398" height="391" /></p>
<p>E pronto! Sempre que um Aviso de Vencimento for visualizado, será incluso um QrCode do PIX no final. Isto se adequa porque normalmente quando se usa Aviso de Vencimento, o pagamento será feito por depósito ou PIX ou cheque, ou outro meio avulso, e a baixa do título será feita manualmente pelo operador do sistema.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Agrupamento e refaturamento de títulos emitidos</title>
		<link>https://rufuslemure.com.br/agrupamento-e-refaturamento-de-titulos-emitidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[dapasoftbr]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2017 02:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Financeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ajuda.dapasoft.com.br/agrupamento-e-refaturamento-de-titulos-emitidos/</guid>

					<description><![CDATA[Esta função é muito utilizada em situações onde o cliente deseja apenas um boleto para duas ou mais notas fiscais emitidas – agrupando diversos títulos em um. Também é usada em necessidades de refaturar títulos já emitidos anteriormente, sob nova condição de pagamento, ou apenas prorrogar um título conforme as condições estabelecidas na carteira de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta função é muito utilizada em situações onde o cliente deseja apenas um boleto para duas ou mais notas fiscais emitidas – agrupando diversos títulos em um. Também é usada em necessidades de refaturar títulos já emitidos anteriormente, sob nova condição de pagamento, ou apenas prorrogar um título conforme as condições estabelecidas na carteira de cobrança.</p>
<h2>Agrupamento</h2>
<p>Primeiro é necessário criar uma série para agrupamento, caso a série ainda não exista. Para isto vá na tela principal do sistema, na pasta Faturamento, abra o ícone Séries, então crie uma nova série, por exemplo &#8220;AGT&#8221;, e marque a opção &#8220;Série Padrão para Agrupamento de Títulos&#8221; e clique em gravar. Qualquer código de série pode ser usado para padrão de agrupamento, apenas evite série S e séries numeradas de 1 a 999, pois são usados para DF-e.</p>
<p>Uma vez que você tenha a série cadastrada, o agrupamento é simples: para agrupar é só ir em um dos títulos que deseja agrupar, clicar em Ações, usar um dos tipos de agrupamento, então vai listar os títulos que podem ser agrupados com este: observe que o sistema irá incluir o título usado para iniciar o processo de agrupamento e trazer o mesmo marcado na lista, mas ele pode ser desmarcado. A ideia é que a tela exiba os títulos compatíveis com o tipo de agrupamento selecionado para este Terceiro.</p>
<p>Marque os títulos que deseja agrupar e clique em Ok para confirmar. Você pode agrupar simplesmente, gerando um título único, ou selecionando a condição de pagamento e gerando diversos outros títulos, ou mesmo reescalonando com várias opções adicionais e juros.</p>
<h3>Tipos de agrupamento</h3>
<ul>
<li>Agrupamento simples (sem juros) &#8211; é gerado apenas um título novo com o valor somado.</li>
<li>Agrupamento com condição de pagamento (sem juros) &#8211; são gerados um ou mais títulos, conforme as configurações da condição de pagamento indicada.</li>
<li>Reescalonamento de dívidas &#8211; é semelhante ao agrupamento com condição de pagamento, mas será possível informar manualmente os juros ou aplicar os juros e multa configurados na carteira de cobrança do título.</li>
</ul>
<p>Via de regra não podem ser agrupados títulos já enviados ao banco, ou com comissão quitada parcial ou totalmente, ou mesmo com pagamentos parciais ou totais. O título para ser agrupado precisa estar: sem banco e carteira, totalmente pendente, com comissão totalmente pendente ou sem comissão, ser do mesmo representante ou nenhum representante, e ser do mesmo terceiro.</p>
<p>O agrupamento foi projetado para antes do envio da cobrança, para facilitar a rotina de faturamento da empresa.</p>
<p>O reescalonamento de dívidas, foi projetado para simplificar a cobrança de dívidas em atraso e renegociações, por isto é um pouco mais permissivo.</p>
<p>Todos os tipos de agrupamento sempre partem de um título existente e deve-se selecionar outros títulos compatíveis para agrupar, ou seja, você deve abrir o cadastro de um dos títulos, para depois selecionar os demais.</p>
<h3>Comissões de Representantes</h3>
<p>Seja qual for o tipo de refaturamento ou agrupamento aplicado, o sistema sempre soma e depois rateia as comissões dos representantes vinculadas aos títulos. Por isso títulos com pagamentos parciais, enviados ao banco ou comissões parcialmente pagas, ou representantes diferentes entre si, não podem ser agrupados.</p>
<h3>Detalhes de funcionamento e como desfazer o agrupamento</h3>
<p>Quando o título é agrupado, o sistema marca a opção &#8220;cancelado ou devolvido&#8221; em todos os títulos agrupados ou refaturados, e cria um vínculo indicando que este título foi agrupado em outros, e quais são estes.</p>
<p>O título agrupador tem um registro semelhante, e também pode ser reagrupado adiante. Imagine situação onde foi feito um reescalonamento de dívidas, um cliente pagou alguns dos títulos e atrasou outros, você pode faze reescalonamento com estes títulos que já eram resultado de um agrupamento, fazendo um novo. O sistema registra toda a sequência.</p>
<p>Em Cadastro de Títulos Emitidos, na aba &#8220;NFs e Origem&#8221;, ficam tabelas indicando que o título foi agrupado em outro, e listando os demais. Vários títulos podem dar origem a vários outros títulos, e cada um destes pode ser reagrupado em vários outros também. Também exibe as NFs de origem e os títulos seguintes que agruparam o atual, se for o caso.</p>
<p>Como resultado deste processo, podem haver vários títulos referenciando as mesmas NFs de origem, como podem haver vários títulos agrupados em vários títulos agrupadores, ou ainda pode haver vários títulos agrupadores compartilhando títulos agrupados. Tudo depende do objetivo que havia na hora, que determinou a sequência das ações.</p>
<p>No caso trivial, serão comuns dois tipos:</p>
<ul>
<li>Vários títulos com um mesmo vencimento são agrupados em um só, como quando você emite para um mesmo cliente uma NF de serviços da Prefeitura e uma de produtos estadual e quer um boleto só para ambas.</li>
<li>Um título em atraso é reescalonado em vários outros como um plano de pagamento.</li>
<li>Vários títulos em atraso são reescalonados em um ou mais títulos de acerto.</li>
</ul>
<p>Para executar o agrupamento é necessário abrir o Cadastro de Títulos Emitidos, localizar o título inicial, clicar em Ações e selecionar uma das formas de agrupamento disponíveis. Não será possível alterar ou excluir títulos agrupados.</p>
<p>Para <strong>Desagrupar </strong>é preciso ir em um dos títulos agrupados (da série padrão de agrupamento), e usar o botão de Ações, Desagrupar. Não será possível excluir títulos agrupadores diretamente, ao desagrupar estes títulos são excluídos.</p>
<p>Para agrupar ou desagrupar um título, se ele estiver  no banco, é preciso primeiro marcar a opção &#8220;retirado banco&#8221; e gravar.</p>
<p>Quando você agrupa e refatura os títulos, os mesmos continuam vinculados à NF de origem. Para saber quais títulos estão vinculados de forma indireta a uma NF, é necessário abrir o cadastro de notas fiscais emitidas, então abrir a NF em questão, clicar em Ações, e em &#8220;Exibir Todos os Títulos&#8221;<em>.</em> Isto abrirá uma tela com a listagem de todos os títulos vinculados a esta nota fiscal.</p>
<p>A ferramenta de Rastreamento de Documentos também permite exibir todos os títulos agrupados à partir da consulta a uma nota fiscal, mas com visualização em forma de árvore.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Baixa de títulos por leitura de arquivo de retorno do banco</title>
		<link>https://rufuslemure.com.br/baixa-de-titulos-por-leitura-de-arquivo-de-retorno-do-banco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[dapasoftbr]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2017 02:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Integração]]></category>
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					<description><![CDATA[Este roteiro descreve rapidamente os passos para carregamento dos arquivos CNAB 240 e 400 para os bancos habilitados no Rufus Lemure. Serão ignoradas as etapas de Configuração, listando apenas as informações referentes à baixa em si. Para mais detalhes, veja os manuais de configuração e utilização da integração bancária. Uma vez configurada corretamente a Conta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este roteiro descreve rapidamente os passos para carregamento dos arquivos CNAB 240 e 400 para os bancos habilitados no Rufus Lemure. Serão ignoradas as etapas de Configuração, listando apenas as informações referentes à baixa em si. Para mais detalhes, veja os manuais de <a href="/configurando-a-integracao-bancaria/">configuração</a> e <a href="/usando-a-integracao-bancaria/">utilização</a> da integração bancária.</p>
<p>Uma vez configurada corretamente a Conta e a Carteira, basta ir na tela principal, na pasta &#8220;Integração&#8221;, ícone &#8220;Retorno de Titulos&#8221;. Será aberta uma tela conforme segue.</p>
<p>Abaixo, tela de Retorno dos Títulos: basta selecionar o banco do ao qual pertencem os arquivos de retorno, configurar a pasta onde estes devem ser lidos, e então clicar em Ler Arquivos, marcar os boletos listados e clicar em Atualizar.</p>
<p>Isto registra os pagamentos e/ou eventos relacionados aos boletos. Juros serão inclusos como pagamento superior, e descontos serão adicionados no campo &#8220;descontos&#8221; do cadastro do título.</p>
<p><em>* Para que esta ferramenta funcione é preciso que os boletos tenham registrado o &#8220;nosso número&#8221; corretamente, sem os dígitos verificadores, ou que o boleto tenha sido registrado no banco usando-se o &#8220;número de controle&#8221;, que é o próprio número do boleto. Em situações adversas, o Rufus Lemure tentará localizar o boleto pelo valor e data de vencimento.</em></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="/wp-content/uploads/lemureerp-frmRetornoBancos.png" alt="Leitura dos Arquivos de Retorno do Banco" border="0" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Leitura dos Arquivos de Retorno do Banco</em></p>
<p>Resumindo, basta seguir esta sequência:</p>
<p>No Rufus Lemure: vá em Integração, Retorno de títulos, clique em &#8220;Ler Arquivos&#8221;, selecione todos os boletos listados que desejar confirmar o pagamento, e clique &#8220;Atualizar&#8221;. Por padrão sempre seleciona-se todos, porém como cada caso é um caso, é permitido selecionar alguns específicos, se desejado.</p>
<p>A Ferramenta também atualiza os demais dados dos boletos, como &#8220;confirmado pelo banco&#8221;, &#8220;protesto&#8221; ou &#8220;retirado protesto&#8221;, em caso de boletos registrados.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como configurar cobrança via carnê da loja</title>
		<link>https://rufuslemure.com.br/como-configurar-cobranca-via-carne-da-loja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[dapasoftbr]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2017 02:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O sistema de carnês é uma forma bastante antiga de cobrança para lojas de varejo em geral, e através do Rufus Lemure qualquer empresa pode fazer cobrança própria. Os pagamentos deste tipo de cobrança são feitos diretamente no caixa da empresa. A forma de configuração utiliza a mesma infraestrutura de cobrança bancária do sistema: você [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema de carnês é uma forma bastante antiga de cobrança para lojas de varejo em geral, e através do Rufus Lemure qualquer empresa pode fazer cobrança própria. Os pagamentos deste tipo de cobrança são feitos diretamente no caixa da empresa.</p>
<p>A forma de configuração utiliza a mesma infraestrutura de cobrança bancária do sistema: você deve configurar um &#8220;banco&#8221; virtual configurado para carnês, uma conta financeira para os carnês, e ainda uma carteira de cobrança configurada para carnês e vinculada com o banco e a conta financeira.</p>
<ul>
<li>Na pasta Financeiro, na tela principal do sistema.</li>
<li>No ícone Bancos ou instituições financeiras, crie um novo banco, com descrição &#8220;Carnê Loja&#8221; ou outra que você ache conveniente. No quadro &#8220;padrão de cobrança&#8221; indique &#8220;999 &#8211; Carnê Loja&#8221;.</li>
<li>No ícone &#8220;Contas bancárias e contábeis&#8221; crie uma nova conta, descreva como &#8220;Carnê Loja&#8221; ou &#8220;Caixa da empresa&#8221; ou outra conta para registrar os recebimentos via carnê.</li>
<li>No ícone &#8220;Carteiras de cobrança&#8221; informe o banco criado, crie uma nova carteira, indicando o código &#8220;CAR&#8221; ou outro que você ache melhor, na descrição indique como &#8220;Carnê Loja&#8221; ou a descrição que você adotou por padrão. Em Leiaute de Impressão, indique &#8220;4 &#8211; Carnê Gráfico PDF&#8221;. Na aba Configurações da cobrança, você pode indicar juros, multas e outras informações que lhe sejam úteis para gerenciar a cobrança.</li>
</ul>
<p>Uma vez feitas as configurações, sempre que você registrar um boleto, indicando o banco carnê e a carteira carnê, este boleto poderá ser impresso como formato de carnê, permitindo facilmente que você gere as faturas, recorte nos pontilhados e monte o bloco do carnê para o cliente. Os pagamentos são registrados diretamente no sistema, por uma das diversas ferramentas de controle financeiro. Este tipo de cobrança não passa pelo banco.</p>
<ul>
<li>Ao vincular o título com o banco/carteira carnê, você deve preencher o campo &#8220;nosso número&#8221;, como se fosse um boleto normal, este número será usado para controle interno pelo sistema. No cadastro de títulos, na guia cobrança, é só preencher banco e carteira, e clicar no &#8220;=&#8221; ao lado do campo &#8220;nosso número&#8221; para numerar automático. Na tela de remessa de títulos para cobrança, você faz a atribuição de banco/carteira e &#8220;nosso número&#8221; em massa para vários títulos de uma vez.</li>
<li>Para imprimir o carnê é só selecionar a opção &#8220;5 &#8211; Boleto Bancário ou Carnê conforme a carteira&#8221;, na impressão de títulos a partir do Cadastro de Títulos Emitidos, ou do Cadastro da NF emitida, botão de Ações, Imprimir Títulos, ou ainda pelo botão de Ações da tela de remessa de títulos para cobrança.</li>
</ul>
<p>Esta é uma facilidade recorrente para os logistas, especialmente em tempos de crise e juros altos, já que dispensa os custos bancários.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como separar um título emitido em dois títulos distintos</title>
		<link>https://rufuslemure.com.br/como-separar-um-titulo-emitido-em-dois-titulos-distintos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[dapasoftbr]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2017 02:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Este manual rápido de procedimentos demonstra como resolver a seguinte situação: foi emitido um título automaticamente pela nota fiscal, e o usuário deseja dividir em dois títulos antes de enviar ao banco. Existe o método manual e o método automático de refaturamento. Método manual O procedimento a ser adotado é alterar o primeiro título e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este manual rápido de procedimentos demonstra como resolver a seguinte situação: foi emitido um título automaticamente pela nota fiscal, e o usuário deseja dividir em dois títulos antes de enviar ao banco. Existe o método manual e o método automático de refaturamento.</p>
<h2>Método manual</h2>
<p>O procedimento a ser adotado é alterar o primeiro título e então cadastrar um segundo título vinculado à mesma NF e usando o sequencial de numeração.</p>
<p>Basta executar os procedimentos na sequência:</p>
<ol>
<li>Vá na tela principal do Sistema, em &#8220;Financeiro&#8221;, localize o ícone &#8220;Emissão de Títulos&#8221;. Abra o cadastro, e terá a tela &#8220;Cadastro de Títulos Emitidos (Contas a Receber).</li>
<li>Localize o título que deseja dividir, por exemplo 10280,01.</li>
<li>Clique no botão vermelho da ferradura, na barra de comandos (botão bloquear), a tela ficará vermelha.</li>
<li>Então, altere o número do título para, conforme nosso exemplo, 10280,02, clique novamente no botão bloquear, a tela volta à cor normal, então clique em gravar.</li>
<li>Pronto, você tem agora dois títulos 10280,01 e 10280,02 &#8211; basta ir no cadastro dos dois e alterar vencimento e valor de cada um conforme desejar.</li>
</ol>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="/wp-content/uploads/lemureerp-Cadastro_TitulosEmissao.png" alt="Cadastro de Títulos Emitidos" border="0" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Cadastro de Títulos Emitidos, utilize o botão de Ações</em></p>
<h3>Cuidado</h3>
<p>Se for utilizar o método manual, lembre-se sempre de tomar muito cuidado com o uso do botão &#8220;bloquear&#8221;, pois quando o cadastro está bloqueado, se você alterar o código e gravar, qualquer registro prévio que exista com aquele código será substituído.</p>
<h2>Método automático</h2>
<p>O método automático só funciona se o título estiver como não enviado ao banco, valor totalmente pendente, comissão totalmente pendente, e se você tiver a <a href="/agrupamento-e-refaturamento-de-titulos-emitidos/">série de agrupamento</a> configurada.</p>
<p>Basta abrir o cadastro do título que deseja dividir, então clicar em Ações, selecionar a opção &#8220;Refaturar o título indicando a condição de pagamento&#8221;, informar os detalhes que desejar na tela intermediária que vai aparecer, indicar a condição de pagamento e então confirmar. É possível informar nos detalhes juros ou acréscimos.</p>
<p>Como no agrupamento, o título original será marcado como cancelado e os detalhes da divisão estarão nas observações. Serão gerados &#8220;n&#8221; títulos na série de agrupamento, rateando comissões se houver e preservando o representante, e mantendo o vínculo com a NF de origem.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Configurando a integração bancária</title>
		<link>https://rufuslemure.com.br/configurando-a-integracao-bancaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[dapasoftbr]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2017 02:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Integração]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ajuda.dapasoft.com.br/configurando-a-integracao-bancaria/</guid>

					<description><![CDATA[Este manual foca na configuração dos cadastros de bancos, carteiras, e pastas de arquivos. Para detalhes sobre o funcionamento da cobrança, conceitos e fundamentos, veja o Manual de Uso da Integração Bancária, ou um dos guias rápidos relacionados. Para configurar a integração bancária no Rufus Lemure, é preciso seguir estes passos: Homologar a integração junto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este manual foca na configuração dos cadastros de bancos, carteiras, e pastas de arquivos. Para detalhes sobre o funcionamento da cobrança, conceitos e fundamentos, veja o <a href="/usando-a-integracao-bancaria/">Manual de Uso da Integração Bancária</a>, ou um dos guias rápidos relacionados.</p>
<p>Para configurar a integração bancária no Rufus Lemure, é preciso seguir estes passos:</p>
<ol>
<li>Homologar a integração junto ao banco, enviando arquivos de teste quanto a remessas e boletos impressos – para todas as carteiras que a empresa deseja utilizar. Esta homologação é feita por empresa cedente, e é encaminhada pelo pessoal técnico do Lemure.</li>
<li>Obtendo o Ok do banco, configurar o cadastro de bancos, utilizando o mesmo perfil de cadastro utilizado nos testes. Será fornecido cópia das telas necessárias, conforme utilizado pelo pessoal técnico do Rufus Lemure para homologar.</li>
<li>Conforme o item 2., configurar as carteiras bancárias.</li>
<li>Configurar as pastas para os arquivos de remessa e retorno, nas telas da pasta integração.</li>
<li>Obs: a homologação é obrigatória, pois transfere responsabilidades quanto a erros da sua empresa para o banco!</li>
</ol>
<p>Nota: o sistema utiliza leiaute padrão CNAB 240 FEBRABAN, porém há especificações para cada banco. Verifique junto ao suporte se sua licença/versão do Rufus Lemure suporta o leiaute do seu banco.</p>
<h2>Homologação junto ao banco</h2>
<p>Embora no Rufus Lemure os cadastros estejam disponíveis (conforme a licença), para iniciar o uso do aplicativo próprio na emissão de boletos, é necessário proceder à homologação junto ao banco. Neste processo o banco valida as configurações e as especificações para o cedente.</p>
<p>O Rufus Lemure já possui diversos bancos homologados, o que nos diz que sua estrutura está correta, porém é obrigatório proceder a homologação por empresa, para termos certeza de suas configurações.</p>
<p>Esta é uma exigência dos bancos, e caso a empresa inicie a utilização da integração bancária sem proceder a homologação, o banco não se responsabiliza por erros e prejuízos.</p>
<p>A homologação da integração bancária é feita entre o pessoal técnico do Rufus Lemure e o seu banco, e apenas em alguns casos é necessária a intervenção da empresa, geralmente para enviar os arquivos de testes ou tirar dúvidas com seu gerente de conta.</p>
<p>Entre em contato conosco para maiores detalhes, custos e prazos.</p>
<p>Para efetuar a homologação é necessário passar ao pessoal técnico do Rufus Lemure, as seguintes informações:</p>
<ul>
<li>banco que será usado</li>
<li>agência e conta corrente</li>
<li>código do cedente</li>
<li>números de convênio ou contrato com o banco para cada carteira (se tiver)</li>
<li>carteiras de cobrança que serão utilizadas;</li>
<li>a modalidade de cada carteira (simples, descontada, vinculada, etc.)</li>
<li>quais carteiras serão impressas pela empresa e quais serão impressas pelo banco</li>
<li>nome, e-mail e fone do seu contato junto ao banco (se tiver)</li>
</ul>
<p>Em caso de testes, dúvidas ou simplesmente conferência, pode ser solicitada uma nova homologação, mesmo que o sistema já esteja sendo utilizado.</p>
<h2>Configurando o Cadastro do Banco</h2>
<p>Para cadastrar o banco no Rufus Lemure, vá na tela principal, pasta Financeiro, ícone &#8220;Instituições Bancárias&#8221;.</p>
<p>Como o caixa e a cobrança nem sempre são gerenciados da mesma forma, o sistema foi planejado de forma que as informações da conta de cobrança sejam lançadas somente uma vez por banco (não haveria sentido em uma mesma empresa emitir cobrança por mais de uma conta no mesmo banco), motivo pelo qual o sistema separa as informações de contas bancárias para fins de fluxo de caixa (Cadastro de Contas Bancárias e Contábeis), do cadastro de contas para cobrança (efetuado no próprio Cadastro da Instituição Financeira). Sendo assim, é no cadastro do banco onde devem ser informados os dados da conta de cobrança.</p>
<p>Sugerimos cadastrar o banco com o próprio código do banco na FEBRABAN, que é o número que aparece nos boletos, o que torna mais fácil de identificar. Se por qualquer motivo for cadastrado o banco de forma duplicada, é sugerido adicionar um sufixo, visto que todos os códigos bancários tem 3 dígitos, o registro duplicado teria 4 dígitos. Exemplo: Itaú o é &#8220;341&#8221;, um segundo cadastro do Itaú poderia ser &#8220;3412&#8221;. Caso a empresa prefira, basta usar o sequencial de números começando em 1, sem correspondência com o código bancário.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="/wp-content/uploads/lemureerp-Cadastro_Bancos.png" alt="Cadastro de Bancos" border="0" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Cadastro de Bancos</em></p>
<p>Com base na tela acima, que é o cadastro do banco, você deve clicar em novo, ou digitar o código bancário para limpar a tela e iniciar o cadastramento do novo registro. Devem ser selecionados o formato do arquivo, a conta para crédito dos valores (esta é a conta do fluxo de caixa, onde devem ser registrados os valores recebidos neste banco – pode ser a conta corrente ou uma conta contábil).</p>
<p>Selecione &#8220;Gerar Remessa conforme o Formato, exportando diretamente para o Banco&#8221; &#8211; para outras formas de integração, verifique manual específico. O sistema já terá preenchido o código do banco na FEBRABAN no campo logo abaixo. Preencha então o código da agência e da conta corrente à partir da qual é gerada a cobrança. Devem ser informados os códigos com dígito e de preferência preservando os zeros à esquerda.</p>
<p>A sequência do arquivo de remessa pode começar em 1 e não deverá ser repetida (caso já tenha sido usado, iniciar no próximo número livre). A sequência do &#8220;nosso número&#8221; inicial indica o próprio número livre (ainda não utilizado em outro sistema). Ambos os sequenciais serão incrementados em 1 a cada boleto ou remessa enviados ao banco. Modo de teste apenas ativa configurações genéricas de teste, como inserir observações no arquivo de remessa, indicando que trata-se de um teste para homologação.</p>
<p>O código do cedente é o código do cliente no banco – em alguns bancos é um número à parte, em outros é uma montagem com agência e conta. Conforme cada caso poderá ou não ser preenchido, mas basta seguir as orientações do pessoal técnico, copiando os mesmos dados que tiverem sido usados na homologação.</p>
<p><strong>Importante</strong>: conforme aviso na própria tela, os números de agência, conta e cedente devem ser informados sempre &#8220;somente números&#8221;, &#8220;com o dígito verificador&#8221;, e preservando zeros à esquerda. Normalmente os campos são formatados desta forma, com zeros à esquerda:</p>
<ul>
<li>Agência: 4 dígitos + 1 dígito verificador, como em 0999-9.</li>
<li>Conta corrente: 5 dígitos + 1 dígito verificador, como em 00999-9.</li>
<li>Código do cedente: na maioria dos bancos é o mesmo número da conta corrente, mas alguns bancos usam uma concatenação de valores.</li>
</ul>
<h2>Configurando o Cadastro das Carteiras de Cobrança</h2>
<p>Para configurar as carteiras, basta ir na tela principal do Sistema Rufus Lemure, pasta Financeiro, ícone Carteiras de Cobrança. Para maiores detalhes sobre os tipos de carteiras, veja o <a href="/usando-a-integracao-bancaria/">manual de uso da integração bancária</a>.</p>
<p>O Cadastro de Carteiras Bancárias permite que sejam criadas diversas carteiras de cobrança para um mesmo banco, com diversas instruções específicas para cada caso, como juros, mora, protesto, descontos, etc. O Campo Código é usado apenas para controle interno. Para arquivos e controle, é utilizado o campo &#8220;Código da carteira no banco&#8221;, conforme imagem abaixo. A descrição também pode ser usada para identificar a carteira nas pesquisas rápidas.</p>
<p>Se houver variação de carteira, como no caso do Banco do Brasil, deve ser informada também no campo &#8220;Código da carteira no banco&#8221;, como exemplo &#8220;17/019&#8221;.</p>
<p>Conforme comentado, o campo código também pode ser usado como sequencial, não necessariamente correspondendo ao código da carteira no banco, fica a critério da sua conveniência.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="/wp-content/uploads/lemureerp-Cadastro_Carteiras.png" alt="Cadastro de Carteiras" border="0" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Cadastro de Carteiras</em></p>
<p>Resumo dos campos de cadastro:</p>
<ul>
<li>Leiaute de Impressão &#8211; permite que seja informado o padrão de impressão pelo sistema: modo somente texto para impressora matricial, ou modo Gráfico HTML para impressoras laser ou jato de tinta &#8211; conforme os leiautes de bancos suportados. De acordo com o leiaute os campos adicionais de cobrança serão ativados ou desativados. Todos os títulos permitem impressão em leiautes genéricos, como duplicatas e aviso de vencimento, porém o formato de boleto de cobrança bancária fica limitado a bancos com carteiras e leiaute de arquivo de cobrança bancária configurado.</li>
<li>Carteira Padrão &#8211; indica a carteira padrão a ser puxada nos cadastros financeiros, quando nenhuma for informada.</li>
<li>Código da carteira no Banco &#8211; código real da carteira no banco, conforme deve ser impresso nos boletos, com a variação se existir. Pode ser informado somente números ou com separador. O código no sistema e o código da carteira no banco podem ser diferentes, inclusive em algumas integrações o sistema usa partes do código da carteira no banco ou remove a formatação para gerar arquivos.</li>
<li>Convênio com o Banco &#8211; número do convênio ou contrato firmado com o banco, para cada carteira. Conforme o banco poderá não ser usado, então basta deixar em branco.</li>
<li>Custo de Cobrança &#8211; este é o valor que o banco cobra a cada boleto emitido ou pago (conforme a carteira). Normalmente estes valores mudam conforme a carteira e o banco, sendo inclusive negociáveis, conforme seu volume de cobrança mensal. Ainda: em carteiras registradas a cada emissão são debitados os custos, enquanto em carteiras sem registro, apenas quando o boleto for quitado será debitado o custo. Para algumas situações este campo serve apenas para fins de controle, visto que o próprio banco comanda quitação do boleto integral e depois registra na conta de cobrança o débito referente à cobrança.</li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="/wp-content/uploads/lemureerp-Cadastro_Carteiras_Cobranca.png" alt="Cadastro de Carteiras" border="0" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Cadastro de Carteiras, detalhes da cobrança</em></p>
<p><strong>Dados para emissão dos boletos (configurações da cobrança):</strong></p>
<p>Estes campos permitem configurar diversos valores de juros, descontos, mora, multa em caso de atraso, datas a partir das quais podem ser aplicados estes descontos ou juros, etc.</p>
<p>Também é possível indicar se o boleto é emitido pelo cliente ou pelo banco, se o título deve ser registrado no banco via arquivo de remessa, se deve ser baixado (cancelado) no banco automaticamente após NN dias do vencimento (mesmo que não seja pago), e ainda se deve ser protestado e as condições do protesto.</p>
<p>O campo &#8220;Instruções ao Banco&#8221; é utilizado para impressão dos boletos, e não para os arquivos de cobrança. Permite que sejam indicadas instruções em geral, mensagens livres, e ainda variáveis, que serão substituídas por valores calculados pelo Sistema, conforme os parâmetros. Por exemplo, o valor calculado dos juros de mora, ou a multa.</p>
<p>O campo &#8220;Mensagem&#8221; permite enviar mensagens livres de 40 a 80 caracteres (depende do banco), tanto para o arquivo quanto para o boleto impresso.</p>
<p>Graças à combinação destes critérios com o código da carteira, é possível cadastrar-se, por exemplo, diversas carteiras de cobrança, com diversas configurações de juros, descontos, multa, instruções, etc., para N situações, mas todas apontando para uma mesma carteira/contrato no banco.</p>
<p>O campo de Observações é de uso livre para controle interno da empresa, e não influencia em nada geração de arquivos ou impressão.</p>
<p><strong>Importante</strong>: no campo de <strong>Convênio com o Banco</strong> informe com zeros à esquerda, geralmente terá seis ou sete dígitos, e em alguns bancos deverá ser usado o mesmo número do código do cedente informado no cadastro de bancos. Sempre que fazemos homologação para nossos clientes, guardamos um print da tela para sabermos os parâmetros exatos que foram usados, incluindo zeros à esquerda; isso facilita devido à grande quantidade de bancos com regras próprias. Algumas vezes este campo conterá uma concatenação de vários dados.</p>
<h2>Preenchimento e particularidades</h2>
<p>Regra geral:</p>
<ul>
<li>Informar todos os códigos com zeros à esquerda até fechar o número de caracteres.</li>
<li>Sempre informar os códigos com os dígitos verificadores, quanto houver.</li>
<li>Agência, apesar de nem sempre os bancos informarem, SEMPRE tem dígito verificador.</li>
<li>Nos leiautes padronizamos 0 = zero, N = número de zero a nove, D = dígito de verificador de zero a nove.</li>
</ul>
<h3>Banco Sicredi</h3>
<ul>
<li>Agência: cinco dígitos no formato NNNN-D, como em 0123-5.</li>
<li>Conta corrente: cinco dígitos no formato NNNNN-D, como em 30999-1</li>
<li>Posto: não existe na maioria dos outros bancos, compõe o código do cedente/beneficiário, que é a empresa que emite o boleto, dois dígitos no formato NN, como em 99.</li>
<li>Código do Cedente ou beneficiário: neste caso é composto por AAAAPPCCCCC, onde A = agência, P = posto, C = conta, como em 01239930999.</li>
<li>No cadastro de Carteiras, informe o Código do Cedente no campo Contrato/Convênio.</li>
</ul>
<h2>Configurando as pastas de remessa e retorno de arquivos</h2>
<p>Tendo em mente que uma mesma empresa pode trabalhar com mais de um banco, e que os Gerenciadores Financeiros dos bancos (que enviam e retornam os arquivos), geralmente possuem configuração para qual pasta retornar arquivos e de qual pasta enviar arquivos, o sistema trabalha com configurações individuais destas pastas, separadas por banco.</p>
<ul>
<li><em>A pasta de remessas é necessária somente para carteiras com registro, caso contrário o campo é oculto</em></li>
</ul>
<p>Também é interessante manter uma cópia dos arquivos de remessa e de retorno para posterior validação ou verificação de erros. Assim, a remessa ou retorno é gerada, então é processada, e basta o usuário mover o arquivo para a pasta &#8220;Enviados&#8221; ou &#8220;Antigos&#8221; dentro desta, mantendo facilmente um registro dos arquivos trocados.</p>
<ul>
<li><em>Lembrar de fazer sempre backup desta pasta também, eventualmente os arquivos antigos podem ser necessários para diagnósticos</em></li>
</ul>
<p>Fica sugerida esta estrutura de pastas:</p>
<blockquote>
<pre>/Cobrança Bancária
  /
    /Remessa (no nível raiz ficam as remessas ainda não processadas)
      /Enviados (mover depois de processar)
    /Retorno (no nível raiz ficam os retornos não processados)
      /Antigos (mover depois de processar)</pre>
</blockquote>
<p>No sistema, basta configurar a pasta diretamente na tela de remessa/retorno, e esta pasta fica gravada para o código do banco indicado na tela – utilize o botão &#8220;Definir Pasta&#8221;. Não são exibidas mensagens ou confirmações sobre esta configuração. Para fazer o teste, apenas feche a tela e abra novamente.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="/wp-content/uploads/lemureerp-frmRemessaBancos.png" alt="Remessa de Arquivos ao Banco" border="0" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Remessa de Arquivos ao Banco, em carteiras sem registro esta tela é usada somente para numerar a imprimir vários títulos de forma mais simples</em></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="/wp-content/uploads/lemureerp-frmRetornoBancos.png" alt="Leitura de Arquivos de Retorno de Cobrança Bancária" border="0" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Leitura de Arquivos de Retorno de Cobrança Bancária</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Usando a integração bancária</title>
		<link>https://rufuslemure.com.br/usando-a-integracao-bancaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[dapasoftbr]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2017 02:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Integração]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ajuda.dapasoft.com.br/usando-a-integracao-bancaria/</guid>

					<description><![CDATA[A integração bancária é a capacidade do Rufus Lemure de gerar comandos para os bancos, e processar retornos destes comandos e outros eventos, como pagamentos ou alterações ocorridas nos boletos bancários. Fundamentos – conhecendo a Cobrança Bancária Esta integração sempre é feita através de arquivos de texto, ou seja, o sistema gera um arquivo de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A integração bancária é a capacidade do Rufus Lemure de gerar comandos para os bancos, e processar retornos destes comandos e outros eventos, como pagamentos ou alterações ocorridas nos boletos bancários.</p>
<h2>Fundamentos – conhecendo a Cobrança Bancária</h2>
<p>Esta integração sempre é feita através de arquivos de texto, ou seja, o sistema gera um arquivo de texto contendo os títulos e os comandos, este arquivo precisa ser enviado para o banco através do gerenciador financeiro ou outro aplicativo online que o banco disponibilize, e no dia seguinte o banco disponibiliza para download um outro arquivo de texto que trará os retornos do que foi processado &#8211; o que pode conter avisos de Ok, pagamentos dos boletos, e alterações de situação, como protesto ou baixa, etc.</p>
<p>Quando se deseja enviar um boleto de cobrança bancária para um cliente, é preciso que este boleto seja criado conforme padrões de leiaute estabelecidos nacionalmente pela federação dos bancos (FEBRABAN). Estes leiautes estabelecem tanto padrões de impressão e cálculos de numeração do boleto impresso físico, quanto dados lógicos de arquivo para registro no banco.</p>
<p>Entre os vários leiautes disponíveis, adotamos como leiaute de arquivo no Lemure o CNAB 240, e a impressão de boletos pode ser tanto gráfica (HTML/PDF), quanto em modo texto (usando formulário contínuo fornecido pelo banco). O leiaute de impressão determina regras de como cada campo do boleto deve ser calculado e impresso. O leiaute de arquivo determina regras de montagem dos arquivos de comandos e dos arquivos de retorno que o banco disponibiliza após o processamento dos comandos. Também é usado o CNAB 400, padrão mais antigo mas ainda em uso em alguns bancos.</p>
<p>O Sistema identifica um boleto de cobrança quando as duas informações estão configuradas (arquivo e impressão), sendo que:</p>
<ul>
<li>Se está configurado o banco com leiaute de arquivos e não a carteira, pode-se somente imprimir duplicatas ou gerar arquivos de remessa ou ler arquivos de retorno.</li>
<li>Se está configurado banco sem leiaute de arquivo, não será possível executar operações além de imprimir duplicata</li>
<li>Se está configurado leiaute de arquivo no banco e leiaute de impressão na carteira, o sistema libera arquivos de remessa/retorno e impressão do boleto. Desta forma, mesmo que sua empresa não tenha feito homologação junto ao banco para gerar arquivos de remessa, ainda assim ela poderá ler arquivos de retorno, se for suportado o leiaute do seu banco (sujeito a ativação de licença e liberação do Rufus Lemure).</li>
</ul>
<p>A geração do boleto pode ser feita de duas formas: pela empresa, ou pelo banco, e ainda caso seja gerado pela empresa, é possível que o banco só saiba da existência do boleto quando este for pago. As características de cada modalidade de cobrança são agrupadas nas chamadas Carteiras Bancárias, ou seja, uma Carteira de Cobrança é um grupo de boletos que seguem as mesmas regras de cobrança – dentro de determinadas variações possíveis. Devido a isso, quando se gera um boleto para cobrança bancária, é preciso sempre especificar a Carteira de Cobrança a qual ele pertence, e conforme a carteira será possível escolher algumas possibilidades de instruções de cobrança.</p>
<p>As características e os códigos de carteira, a forma dos cálculos das numerações de boletos, linha digitável, etc., e o próprio leiaute de referência CNAB são ajustados por cada banco para suprir seu conjunto de produtos e para se adequar à forma como cada banco trabalha.</p>
<p>Quando o boleto é gerado pela empresa, ele pode ser cadastrado no banco (com registro) ou não (sem registro), sendo que na primeira modalidade é permitido instruir o banco como cobrar, e na segunda vai depender de cada banco, pois há possibilidade cadastrar instruções padrões no sistema bancário, que serão acatadas na hora da cobrança.</p>
<p>Os comandos principais são: envio de boletos ao banco para registro, e envio de boletos ao banco para registro e impressão (quando o banco emite o boleto e envia para o seu cliente). Os retornos principais são: aceite do registro do boleto, mensagens de erro quando é recusado o registro, confirmação de baixa do título, registro de pagamento do título, envio para protesto, retirado do protesto, registro de crédito quando a carteira é descontada.</p>
<h2>Conhecendo melhor as Carteira Bancárias</h2>
<p>Conforme comentado anteriormente, as Carteiras Bancárias são modalidades ou contratos firmados entre sua empresa e o banco, que permitem utilizar o serviço de cobrança do mesmo, e opcionalmente serviços adicionais, como adiantamento de valores, etc.</p>
<p>As principais carteiras de cobrança bancária são:</p>
<p>&#8220;Cobrança simples&#8221; &#8211; é utilizado apenas o serviço de cobrança do banco, sem nenhum serviço adicional. Em alguns bancos este tipo de cobrança tem subdivisões, ou tipos semelhantes com outros nomes.</p>
<p>&#8220;Cobrança caucionada&#8221; &#8211; caução significa o uso de contas a receber como garantia para um empréstimo de uma empresa financeira ou banco. Com esta forma de financiamento de contas a receber, a empresa pode contratar uma linha de crédito com o banco, e oferecer como garantia os títulos emitidos, ficando estes títulos em uma conta de caução, que não poderá ser movimentada livremente, servindo apenas como garantia do empréstimo ou financiamento.</p>
<p>&#8220;Cobrança descontada&#8221; &#8211; esta modalidade permite que sua empresa entregue seus títulos (boletos) ao banco, e receba o adiantamento dos valores (tirando um pequeno desconto) . Caso não haja pagamento dos mesmos, o banco irá cobrar-lhe os valores, acrescendo mora.</p>
<p>&#8220;Cobrança escritural e não escritural&#8221; &#8211; cobrança escritural é toda cobrança onde não haja a emissão do título físico, havendo apenas o seu registro em meio eletrônico. Cobrança não escritural é toda cobrança onde haja a emissão do título físico, e não somente o seu registro em meio eletrônico. O padrão para uso no sistema Lemure é Tradicional (ou não escritural).</p>
<p>&#8220;Cobrança com registro e sem registro&#8221; &#8211; na cobrança com registro, sua Empresa envia a lista de boletos gerados ao banco, e o mesmo tem ciência de todo o processo de cobrança realizado. Na cobrança sem Registro, o banco fica sabendo da existência dos boletos somente quando estes são pagos. O Sistema gera remessa somente para carteiras Com Registro, sendo as Sem Registro apenas lidos os arquivos de retorno. É preciso que o Nosso Número esteja informado nos títulos, bem como Código do Banco e Carteira corretamente – salvo se esteja configurado para que o banco gere os números automaticamente – neste caso este número é retornado nos arquivos de retorno que confirmam o aceite do título por parte do banco.</p>
<h2>Glossário</h2>
<p>&#8220;Arquivo de remessa&#8221; &#8211; é o arquivo de texto gerado pela empresa para enviar comandos ou títulos para o banco.</p>
<p>&#8220;Arquivo de retorno&#8221; &#8211; é o arquivo retornado diariamente pelo banco para a empresa, contendo o resultado dos processamentos do dia anterior.</p>
<p>&#8220;Baixa&#8221; &#8211; é a retirada ou descadastramento de um título do banco, ou em outras palavras, é o estorno do boleto. Pode ocorrer tanto por comando avulso da empresa, quanto por cadastramento automático de &#8220;máximo de dias para cobrança&#8221;, ou seja, se o boleto não foi pago até &#8220;n&#8221; dias&#8221;, simplesmente é cancelada a cobrança e é retornado aviso de baixa.</p>
<p>&#8220;Cedente&#8221; &#8211; é a empresa, quem está cedendo o título ao banco para cobrança.</p>
<p>&#8220;Código do cedente&#8221; &#8211; código da empresa no banco. Em alguns bancos é o próprio número da conta corrente, em outros agência/conta, e em outros uma numeração à parte.</p>
<p>&#8220;Gerenciador financeiro&#8221; – programa do banco geralmente online (site), integrado à conta corrente da empresa, e que permite enviar e receber arquivos, gerenciar os boletos em carteira no banco, comandar baixas, entre outras funções. Varia bastante de banco para banco.</p>
<p>&#8220;Mora e multa&#8221; &#8211; mora refere-se aos juros cobrados por tempo de atraso. Multa refere-se a um valor fixo a ser cobrado 1 vez em caso de atraso a partir de &#8220;n&#8221; dias.</p>
<p>&#8220;Nosso número&#8221; &#8211; é o número do boleto no banco. Dependendo do banco e da carteira, pode conter um ou dois dígitos verificadores no final, que são calculados com base nos outros dígitos. Também poderá conter além do sequencial do título a referência à agência, conta corrente ou código do cedente da empresa. Dentro de um mesmo banco este número pode ter variações, mas nunca pode repetir para um mesmo cedente.</p>
<p>&#8220;Programa de cobrança&#8221; &#8211; é o aplicativo que gera os boletos, gera os arquivos de remessa, e processa as mensagens de retorno. Os bancos geralmente possuem um aplicativo bastante simplificado com este objetivo, e variam realmente bastante as características de um programa de banco para o outro. Também pode ser o aplicativo que a empresa desenvolve para fazer estas tarefas. No nosso caso, o Rufus Lemure é o aplicativo de cobrança. Exemplos de aplicativos dos bancos são o &#8220;BB Cobrança&#8221; do Banco do Brasil, e o &#8220;Cob Caixa&#8221; da Caixa Econômica Federal. O uso de um sistema próprio (não o do banco), facilita o gerenciamento dos boletos, evitando retrabalho manual, e criando processos mais simples para a empresa.</p>
<p>&#8220;Protesto&#8221; &#8211; é o envio do título para cobrança em cartório, após o não pagamento.</p>
<p>&#8220;Quitação&#8221; &#8211; é o pagamento de um boleto no banco.</p>
<p>&#8220;Título&#8221; &#8211; é um outro nome para o boleto de cobrança. Via de regra chamamos &#8220;título&#8221; os documentos de dívidas em geral, como os recibos, promissórias, boletos, duplicatas, etc. No Rufus Lemure o título pode ou não virar um boleto de cobrança, como também pode ser gerado como recibo, aviso de vcto, etc.</p>
<h2>Gerando o boleto (título) no Rufus Lemure</h2>
<p>A configuração dos detalhes da cobrança no Rufus Lemure se dá por meio de Carteiras de Cobrança, ou seja, é possível criar carteiras para cada finalidade de cobrança, com % de juros, multas, e instruções personalizados para cada caso. Uma mesma Carteira Bancária pode ter uma ou várias Carteiras de Cobrança no Rufus Lemure, cada qual com detalhes personalizados. Sendo assim não é permitido alterar as instruções diretamente em um título, e sim atribuir-lhe a carteira mais adequada.</p>
<p>A geração de um boleto passa por várias etapas: cadastro, indicação de banco/carteira, remessa para o banco, impressão, podendo ser algumas ou todas, conforme cada banco e carteira.</p>
<p>&#8220;Cadastro do título&#8221; &#8211; cadastra-se a Nota Fiscal e ela gera os títulos conforme os vencimentos, ou então cadastra-se o título manualmente no cadastro de &#8220;Títulos Emitidos&#8221;, na pasta &#8220;Financeiro&#8221;.</p>
<p>&#8220;Informação do banco e carteira&#8221; &#8211; uma vez cadastrado, é necessário indicar a que banco ele pertence. É possível preencher isso manualmente indo no Cadastro de Títulos Emitidos, selecionado o título em questão, indo na guia &#8220;Cobrança&#8221;, e informando ali o código do banco de cobrança e o código da carteira.</p>
<p>Esta informação também pode vir automaticamente, pelas informações de banco/carteira padrão para a empresa, ou padrão de cada terceiro – no Cadastro de Terceiros, guia Financeiro/Faturamento.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="/wp-content/uploads/lemureerp-Cadastro_TitulosEmissao_Cobranca.png" alt="Cadastro de Títulos Emitidos" border="0" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Cadastro de Títulos Emitidos, guia Cobrança</em></p>
<p>Caso o boleto seja &#8220;com registro&#8221;, estas informações também podem ser deixadas em branco, e serão preenchidas quando for gerado o arquivo de remessa. O campo &#8220;nosso número&#8221; poderá ser preenchido manualmente ou gerado automaticamente pelo sistema ou pelo banco, mas isso deve ser configurado na Carteira de Cobrança, e observado durante os cadastros. O campo fica em aberto para situações em que mesmo sendo automático, por conta de falhas seja preciso informar manualmente.</p>
<p>Caso o boleto seja &#8220;sem registro&#8221;, não será gerado arquivo de remessa, neste caso deve estar informado no cadastro para que o boleto possa ser impresso. Também o &#8220;nosso número&#8221; pode ser preenchido manualmente no cadastro do título, ou clicando no botão &#8220;=&#8221; ao lado do &#8220;nosso número&#8221;, para sugerir automaticamente. A tela de remessa também pode preencher estas informações em boletos sem registro, facilitando o gerenciamento unificado de títulos com e sem registro.</p>
<h2>Remessa para o banco</h2>
<p>Esta etapa só existe se o boleto é com registro, e para executar, basta ir no Rufus Lemure, pasta Integração, ícone &#8220;Remessa Bancos&#8221;, então seleciona-se na lista a carteira que deve ser enviada, os demais parâmetros de filtragem dos títulos, e clica-se em pesquisar. Basta então selecionar os títulos a enviar e clicar em Gerar Remessa.</p>
<p>Se a numeração do &#8220;nosso número&#8221; for automática do sistema, será preenchida neste momento usando número sequencial. Caso contrário ela será gerada pelo banco e virá no arquivo de retorno.</p>
<p>É possível nos critérios filtrar os títulos &#8220;sem banco ou carteira&#8221;, ou seja, aqueles que não foram preenchidos diretamente no cadastro do título.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="/wp-content/uploads/lemureerp-frmRemessaBancos.png" alt="Remessa Bancos" border="0" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Remessa Bancos, permite gerar Arquivo de Remessa ou numerar títulos sem registro e ainda imprimir</em></p>
<p>Após gerado o arquivo de texto na pasta indicada, basta ir no programa Gerenciador Financeiro do seu banco e enviar o arquivo gerado. É recomendado guardar este arquivo em uma pasta com o nome do banco e a data, para permitir verificações futuras ou diagnósticos quando necessário.</p>
<p>Esta tela, quando selecionada carteira sem registro, permite efetuar a numeração e impressão do boleto, através do botão &#8220;gerar nosso número&#8221; e depois no botão Ações e no menu Imprimir Títulos.</p>
<h2>Imprimir</h2>
<p>Se o título tem informado banco/carteira/nosso número basta imprimir o boleto. Para isso, vá no cadastro de Títulos Emitidos, selecione o título desejado, e clique no botão da impressora direto no cadastro. Então seleciona-se o padrão &#8220;Leiaute conforme a carteira&#8221;. Será exibido o boleto em modo gráfico ou texto, ou então uma mensagem de erro, caso algo precise ser cadastrado.</p>
<p>A partir do Cadastro de Notas Fiscais Emitidas também é possível imprimir os títulos, listando todos os títulos de uma determinada Nota Fiscal, usando o botão Ações, Imprimir Títulos. Esta função também está disponível na tela de Remessa para Bancos.</p>
<p>Se o título for impresso pelo banco o nosso número é gerado pelo banco e só virá no retorno, neste caso não há leiaute de impressão. Em algumas situações os bancos permitem que seja enviado título com registro para o banco sem &#8220;nosso número&#8221;, mesmo sendo o cliente a imprimir o título, porém neste caso a empresa só poderá imprimir o boleto após receber o arquivo de retorno com o &#8220;nosso número&#8221; preenchido pelo banco.</p>
<p>No cadastro do título no Rufus Lemure é possível verificar o histórico de indas e vindas de cobrança deste título, como quando foi enviado ao banco, quando foi confirmado pelo banco, quando foi enviado em protesto, quando saiu do protesto, quando foi dada baixa, etc. Estas informações são alimentadas automaticamente, a partir dos eventos do sistema ou do arquivo de retorno do banco, e constam nas observações do título.</p>
<h2>Carregando o arquivo de retorno</h2>
<p>Os arquivos de retorno pode ser baixados no Gerenciador Financeiro do banco, geralmente em opções como &#8220;retorno de arquivos&#8221;, ou &#8220;recepção de arquivos&#8221;. Pode haver mais de um arquivo, e eles são baixados em uma pasta padrão, para serem processados pelo sistema. O Rufus Lemure irá processar todos eles na sequência e apresentar em tela os resultados.</p>
<p>Uma vez baixado o arquivo de retorno, basta ir no Rufus Lemure, pasta Integração, ícone &#8220;Retorno Bancos&#8221;, então indicar o banco e a pasta a ser lida, e clicar em &#8220;Ler Arquivos&#8221;. Após processar, o Sistema irá listar todas as mensagens localizadas, quais se referem a títulos cadastrados, e quais são de erros ou vinculadas a títulos inexistentes. Marque todas as opções válidas de retorno e clique em &#8220;Atualizar&#8221; para atualizar as situações dos boletos. Isso inclui além de pagamentos as confirmações, baixas, protestos e outros eventos, conforme já mencionado anteriormente.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="/wp-content/uploads/lemureerp-frmRetornoBancos.png" alt="Leitura dos arquivos de Retorno do Banco" border="0" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Leitura dos arquivos de Retorno do Banco</em></p>
<p>Falhas comuns são &#8220;nosso número repetido&#8221;, onde o &#8220;nosso número&#8221; já havia sido utilizado e o boleto precisa ser enviado novamente com um novo &#8220;nosso número&#8221;, ou configurações fora da faixa permitida, mas em geral os erros são autoexplicativos.</p>
<h2>Situações especiais</h2>
<p>Existem algumas situações especiais a destacar quanto aos boletos no Rufus Lemure.</p>
<p>&#8220;<strong>Carteira descontada</strong>&#8221; &#8211; quando é usada uma carteira descontada, o sistema gera mais três eventos de pagamento dos títulos:</p>
<ul>
<li>gera uma entrada de caixa quando o boleto é confirmado no banco, pois nesta carteira os valores são adiantados para a empresa antes de o cliente pagar.</li>
<li>quando o título é pago pelo cliente, o banco emite o aviso de quitação, então o Rufus Lemure irá registrar como pago pelo cliente, mas este movimento não entra no caixa, pois o valor já foi pago na data do desconto.</li>
<li>caso o cliente não pague no vencimento, o boleto é devolvido (retirado de carteira), então o Sistema registra um estorno de pagamento, referente ao valor do desconto, e o boleto volta a ser pendente. Será necessário alterar banco e carteira e então enviar novamente para cobrança, ou proceder da forma que a empresa achar melhor para cobrar a dívida.</li>
</ul>
<p>&#8220;<strong>Baixas</strong>&#8221; &#8211; como a operação de baixa é rara (geralmente se envia a protesto), e muitas vezes a empresa usa baixa automática após &#8220;n&#8221; dias, e ainda, no caso de baixa manual o próprio Gerenciador Financeiro do banco já permite executar isso diretamente por menus, e depois dá o Ok pelo arquivo de retorno, a operação de baixa não será comandada pelo Rufus Lemure. Informe-se junto ao seu banco como proceder para baixa de títulos pelo Gerenciador Financeiro, caso deseje utilizar esta função.</p>
<p>&#8220;<strong>Alterar o banco ou a carteira de um título</strong>&#8221; &#8211; no Rufus Lemure, Cadastro de Títulos Emitidos, o campo &#8220;nosso número&#8221; fica desativado quando um boleto é gravado com banco/carteira/nosso número preenchidos, então para poder alterar, será necessário excluir o título, alterar e gravar de novo. Esta é uma função comum do sistema: quando um registro é excluído, ele permanece em tela para ser alterado e regravado.</p>
<h2>Homologação junto o banco</h2>
<p>Embora no Rufus Lemure os cadastros estejam disponíveis (conforme a licença), para iniciar o uso do aplicativo próprio na emissão de boletos, é necessário proceder à homologação junto ao banco. Neste processo o banco valida as configurações e as especificações para o cedente.</p>
<p>O Lemure já possui diversos bancos homologados, o que nos diz que sua estrutura está correta, porém é obrigatório proceder a homologação por empresa, para termos certeza de suas configurações.</p>
<p>Esta é uma exigência dos bancos, e também uma segurança para sua empresa, pois caso a empresa inicie a utilização da integração bancária sem proceder a homologação, o banco não se responsabiliza por erros e prejuízos.</p>
<p>A homologação da integração bancária é feita entre o pessoal técnico do Rufus Lemure e o seu banco, e apenas em alguns casos é necessária a intervenção da empresa, geralmente para enviar os arquivos de testes ou tirar dúvidas com seu gerente de conta.</p>
<p>Entre em contato conosco para maiores detalhes, custos e prazos. Outros detalhes no <a href="/configurando-a-integracao-bancaria/">manual de configuração da integração bancária</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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	</channel>
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